René Magritte, Golconde (1953), huile sur toile, 80,7 x 100,6 cm,
Houston, The Menil Collection. (c) Photothèque R. Magritte - ADAGP, Paris 2009.
Desperto para uma realidade a qual não planejei e sobre a qual pouca influência aparento exercer. Desprovido de referências convincentes, disponho de quase nenhum arrependimento. Examino o mundo ao meu redor, à procura de padrões. Mimetizo os modos, costumes, hábitos e reações que me são alheios. Rapidamente, sou tomado por uma sensação de que é preciso continuar e, quando me dou por mim, estou de pé e vivo, mas, ainda duvidando das coisas. Sinto-me a cópia de (quase) tudo.

É preciso ser flexível, mas muito cuidado pra não dobrar demais e quebrar - perder o que o torna você e não o outro.
ResponderExcluirÓtimo texto, Daniel ;)
Exatamente. Quanto mais conhecimento, menos originalidade... [ Somos um pouco de cada livro que lemos, de cada viagem, conversa, cheiro, música, filme, peça teatral... ]. Ótimo texto !
ResponderExcluir