Não é pelo poder, influência nem devido ao predomínio da minha verdade. Não é pela fama, prestígio nem pela minha reputação. Não é pelo merecimento nem pela reivindicação da atenção alheia. Não é pela aprovação, aceitação nem por qualquer outro tipo de reconhecimento ilusório. Não é pela crença tampouco pela convicção. Não é pelos conhecidos nem pelos desconhecidos. Não é para perder nem para ganhar. Não é apenas para acumular nem para conservar (ou perpetuar) a espécie. Não é para romper padrões nem para segui-los. Tampouco deva ser por mera obra do acaso. Então, devo existir pelo ”além disso e tudo mais”.
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
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ResponderExcluirIsso é um comentário hehehe
ExcluirLindo Demais!!!
ResponderExcluirObrigado!
ExcluirDisse tudo.....perfeito.,,,,,,,,Tereza
ResponderExcluirÓtimo, Daniel!! Adorei.
ResponderExcluirObrigado! Que bom que gostou!
ExcluirSão ótimos os seus textos. Não têm como definir o melhor.
ResponderExcluirQue bom que você gostou!
ExcluirBelo texto. O nao quere ser, pelo simples fato de ser,e sim pela busca de vivenciar a plenitude da existencia.Viver alem e com certeza deixar rastros de sua existencia para que sejam lembrados pela historia e seguidos pelos que desejarem ser isso,aquilo ou muito mais.
ResponderExcluirObrigado Ana! Vivenciar a plenitude da existência, exatamente! :)
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