O mundo ao seu redor parecia acontecer em um ritmo acelerado e quando ele tentou se mover percebeu-se paralisado pelo medo. Medo do futuro. Medo do passado. Medo de mudar. Medo de permanecer. Medo do desconhecido. Medo do conhecido. Medo do tédio, da solidão, do vazio de pensamento. Medo de “chegar lá” e descobrir que não há nada que ele já não tenha sentido antes, que ele já não tenha vivido e que a felicidade se perdeu durante o percurso. Medo de perder tudo, tudo o que nunca teve. E de tudo que ele tem a perder, resolve perder o medo de viver.
quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
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